sábado, 28 de novembro de 2009

A arte do papel que cria vida.

De uma forma simples, origami é a arte de dobrar o papel, pois "ori" vem do verbo "oru" que significa dobrar e "gami" vem da palavra "kami" que significa papel e quando ditas juntas a letra "k" é substituída pelo "g".


Origami é uma arte milenar japonesa nascida há quase mil anos na Corte Imperial, onde era conhecido como um passatempo divertido e interessante. Com o passar do tempo esta arte foi transmitida ao povo que adotou-o com o entusiasmo e transformou numa arte. No Japão, nos dias de hoje, o Origami é bastante divulgado entre crianças, jovens e idosos, seguindo as tradições de séculos passados. Mas, esta muito longe de ser uma arte exclusiva dos japoneses, pois atualmente há adeptos em quase todo o mundo, e há inclusive origami tradicionais do ocidente.




No origami há regras básicas, que são: as folhas de papel quadrado e sem corte. Mas não são regras absolutas e há inúmeros origami fora deste esquema trazendo simplicidade e desafio à criação de modelos.

O origami desenvolve um papel muito importante no desenvolvimento intelectual da criança, pois exige concentração, estimula a imaginação e desenvolve a destreza manual.

E além disso é muito divertido ver um simples papel quadrado se transformando em um objeto, ave ou flor com algumas simples dobras no papel.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009



Sem medo da morte
Se o samurai manchasse a sua honra, a de seus ancestrais ou a do senhor feudal, ele deveria cometer o seppuku, o suicídio ritual com a própria espadaOs samurais surgiram no século XII para defender os feudos dos xoguns nas inúmeras guerras internas que ocorriam no país. Eles tinham um rígido código de honra, o bushido, que significa caminho do guerreiro, cujo objetivo era aperfeiçoar o caráter por meio de rígidas regras de disciplina e comportamento.

O bushido tinha como principais itens:

1. A busca de uma morte digna. O samurai deveria estar pronto para morrer a qualquer momento;

2. A preservação da honra pessoal, de seus ancestrais e de seu senhor;

3. Ao falhar ou manchar sua honra, dos ancestrais ou de seu senhor, o samurai teria de cometer o suicídio ritual, o seppuku;

4. O guerreiro deveria sempre carregar consigo o seu par de espadas. A espada era a sua alma;

5. Ser corajoso. Melhor morrer do que ser chamado de covarde;

6. Ser justo e benevolente com os mais fracos, mas exigir respeito;

7. Manter sua palavra a qualquer custo;

8. Dedicar-se às artes como forma de aperfeiçoamento;

9. Ter gratidão à família e às pessoas que o ajudaram;

10. Lealdade ao seu senhor e dedicação ao trabalho.

Os samurais desapareceram do Japão no período Meiji, com a perda de sua hegemonia e de seus privilégios.

Algumas escolas desses guerreiros sobreviveram e ensinam o que atualmente é chamado de kenjutsu.
.....Os samurais foram os guerreiro mais diciplinados, fieis e confiaveis q já andaram sobre a terra, não os mais fortes ou perfeitos.
Tinha um rigido treinamento e motivação fasendo deles guerreiros muito poderosos.
Eu nunca poderia ser um samurai, pelo fato de não conseguirem conviver com a derrota ou desonra, e tbm por nunca atacarem pelas costas, nunca mentirem, nunca serem injustos
e so retirasemsua espada da bainha tinham q usala.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Último Samurai



O Último Samurai

título original:The Last Samurai
gênero:Aventura
duração:02 hs 24 min
ano de lançamento:2003
site oficial:http://www.lastsamurai.com/
estúdio:Warner Bros. / Cruise-Wagner Productions / Radar Pictures Inc. / The Bedford Falls Company
distribuidora:Warner Bros.
direção: Edward Zwick
roteiro:John Logan, Marshall Herskovitz e Edward Zwick, baseado em estória de John Logan
produção:Tom Cruise, Tom Engelman, Marshall Herskovitz, Scott Kroopf, Paula Wagner e Edward Zwick
música:Hans Zimmer
fotografia:John Toll desenho de produção: -->
direção de arte:Christopher Burian-Mohr, Jess Gonchor e Kim Sinclair
figurino:Ngila Dickson
edição:Victor Du Bois e Steven Rosenblum
efeitos especiais:Digital Dimension / Pixel Magic / Christov Effects and Design Inc. / Digital Filmworks Inc. / Full Scale Effects Inc. / Matte World / Flash Film Works / Modern Videofilm Inc. / Rising Sun Pictures / VCE Pyromania









A ação deste filme do realizador Edward Zwick (Tempos de Glória, Lendas de Paixão) tem início em 1876 e centra-se na figura de Nathan Algren (Tom Cruise), um condecorado capitão da guerra civil norte-americana que ganha a vida a participar em espectáculos com o intuito de enaltecer as grandes batalhas travadas pelos soldados americanos. Perseguido pelas dolorosas recordações de ataques contra os índios, nos tempos em que arriscava a vida a lutar pela honra do seu país, Algren é um homem desiludido e amargurado que afoga as suas mágoas na bebida. Um dia é contratado em nome do imperador do Japão para a bem paga missão de treinar o exército contra o rebelde Katsumoto (Ken Watanabe), líder dos samurais, que se opunha à modernização do país, e a sua vida muda para sempre.
O Último Samurai é um filme onde a cultura ocidental se encontra com a cultura oriental, a qual é retratada de uma forma que o contraste entre as duas culturas dá vontade de conhecer o Japão e descobri-lo por nós mesmos. É de realçar o facto de numa boa parte deste filme os personagens dialogarem em japonês, visto que em muitos filmes americanos até extraterrestres falam inglês! Aqui é a personagem de Tom Cruise que aprende a falar japonês. Os aspectos que mais me cativaram foram o óptimo trabalho de fotografia de John Toll, a preocupação em retratar os rituais dos samurais como sepuku (ritual do samurai derrotado que põe termo à vida com a própria espada para conservar a sua dignidade), as sequências de batalhas e a excelente interpretação de Ken Wanatabe – que lhe valeu uma nomeação para o Óscar de melhor actor secundário.Um épico com acção e drama humano dos sentimentos que confrontam e se modificam, um filme a ver.











Trailer







O túmulo da jovem de Unaí

Era uma vez, há muito tempo, uma jovem que morava no País de Tsu. Essa jovem era requestada por dois pretendentes. Um deles que habitava no mesmo país chamava-se Mubara; o outro, habitante do país de Izumi, chamava-se Tchinu. Os dois homens eram parecidos na idade, nas feições, no exterior e nas maneiras, Ela decidira aceitar aquele que mostrasse ter mais amor; mas mesmo o amor de ambos era equivalente.
Quando caía a noite, vinham ambos; quando lhe davam presentes, os presentes eram da mesma espécie. Não se poderia dizer que um deles superasse o outro. E a jovem tinha o coração numa grande atribulação.
Se o ardor dos dois jovens não fosse intenso, a moça não teria aceitado os protestos nem de um nem de outro; mas como, dia após dia, e mês após mês, um e outro vinham sempre ter diante de sua porta, e manifestar-lhe o seu amor, por todas as maneiras, não sabia o que decidir. Ainda que não desejasse aceitar-lhes os presentes, continuavam a trazer-lhos, sem cessar. Os pais dela diziam:

- É uma pena que os meses e anos se passem assim, sem fazer caso das queixas dos outros. Se você desposasse um deles, o amor do outro se extinguiria.

Mas a jovem replicava:

- Também eu penso assim. Mas como o amor dos dois é igual, não sei que conselho seguir!

Ora, havia naquele tempo plataformas avançadas sobre o Rio Ikuta. Então os pais da jovem mandaram vir os dois pretendentes e lhes disseram:

- Como o vosso amor por nossa filha é igual, ela se acha numa terrível confusão. Mas resolvemos decidir essa questão hoje, a qualquer preço. Um de vós vem de uma terra distante, o outro é morador daqui, mas deu provas de amor desmesurado. Vós ambos despertais em nós grande piedade.

Os dois se alegraram grandemente. Então os pais continuaram:

- Atirai vossas setas contra a ave aquática que espairece sobre as água do rio. Oferecemos nossa filha àquele que a atingir.

Os dois exclamaram:

- Excelente ideia!

E dispararam suas flechas. Mas uma delas atravessou a cabeça da ave, a outra, sua cauda. De forma que não de pode saber qual o vitorioso. Então disse a jovem, desalentada:

-Fatigada da vida,Vou lançar meu corpo!Do país de TsuO Rio IkutaÉ um nome apenas!*

E, com tais palavras, da plataforma que se projetava sobre o rio, ela se precipitou, chibum! dentro dele. Enquanto os pais da jovem, aterrorizados, soltavam gritos, os dois apaixonados mergulharam no mesmo lugar; um a agarrou pelo pé e o outro pela mão. E os dois morreram com ela.
Os pais se lamentaram ruidosamente. Recolheram o corpo da filha e o sepultaram com lágrimas. Os pais dos jovens vieram também. Mas quando quiseram-nos enterrar ao lado da sepultura da jovem, os pais do jovem do País de Tsu disseram:

- É natural que um homem deste país seja aqui enterrado. Mas o filho de um país estrangeiro não deveria repousar nesta terra.

Então os pais do jovem do País de Izumi trouxeram, num barco, terra de lá, e puderam, por fim, sepultar o corpo do filho. E assim é que existem ainda os túmulos desses dois jovens, à direita e à esquerda do túmulo da jovem.

(*) Ikuta, em japonês, é nome composto de duas palavras, uma das quais conota a ideia de vida. De onde a referência: "É um nome apenas".


Krauser III
..... Eu li esse conto em um livro chamado Maravilhas do conto japonês, eu achei muito interessante e resouvi postar ele aki ,pelo fato de q os dois rapazes fizeram de tudo para tentar conquistar a garota e diferente dos contos de outros países esse não teve um final feliz.
Mostra bem como e a vida... A varias formas de interpretar esse conto.
Eu vi o lado dele q trata do fato de que pessoas devem manter o controle sobre situações q não conseguimos achar solução e que se vc quer realmente algo vc deve fazer de tudo para conseguir, e uma historia que tem varias controversas. por q pelo fato dos dois jovem amarem a moça e tentarem salva-la ela morreu por q não souberam trabalhar em equipe q tbm causou a morte deles. Enfim e um conto q nos faz refletir quanto a nossas ações e ate onde devemos ir para conseguir algo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Anime



Rurouni Kenshin




Himura Kenshin é um andarilho com o passado negro, ele não era um simples samurai, e sim o assassino mais habilidoso do império, quando a revolução enfim conquistou o poder, ele apenas sumiu, jurando nunca mais matar ninguém. Depois de 10 anos de caminhada, Kenshin encontra em Tokyo Kamiya Kaoru, uma mestre espadachim, e junto com outros amigos enfrentam inimigos do passado negro de Kenshin.




Mais conhecido como samurai X, pela sicatriz em seu rosto em forma de X.


E um otimo anime, um dos primeiros q vi, conta a hitoria do retalhador ou battousai com sua sakabatou (espada de lamina invertida), mostra muita filosofia e o verdadeiro significado de bushido e tbm mostra q um guerreiro não presisa se matar apenas pela derrota,


Samurai X ganha de varios animes de samurai, tanto pela historia quanto pelas cenas de ação,otima trilha sonora e com bom desenvolvimento, q faz cm q vc não canse dele.


Alem dos episodios, existem 6 ovas q conta o inicio do retalhador.


Recomendo esse anime a todos q curtem a cultura japonêsa. xD





O SÁBIO SAMURAI

Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direcção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.

Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram:

— Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?

Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

— Perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo

respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos

— disse o mestre.

— Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem tirar-lhe a serenidade, só se você permitir!

domingo, 15 de novembro de 2009

O Grande Teste

Há muito tempo atrás, havia um mestre que vivia junto com um grande número de discípulos em um templo arruinado.Os discípulos sobreviviam através de esmolas e doações conseguidas numa cidade próxima.Logo, muitos deles começaram a reclamar sobre as péssimas condições em que viviam.

Em resposta, o velho mestre disse um dia:

- "Nós devemos reformar as paredes do templo.Desde que nós somente ocupamos o nosso tempo estudando e meditando, não há tempo para que possamos trabalhar e arrecadar o dinheiro que precisamos. Assim, eu pensei numa solução simples".

Todos os estudantes se reuniam diante do mestre, ansiosos em ouvir suas palavras.
O mestre disse:

- "Cada um de vocês devem ir para a cidade e roubar bens que poderão ser vendidos para a arrecadação de dinheiro. Desta forma, nós seremos capazes de fazer um boa reforma em nosso templo".

Os estudantes ficaram espantados por este tipo de sugestão vir do sábio mestre. Mas, desde que todos tinham o maior respeito por ele, não fizeram nenhum protesto.

O mestre disse logo a seguir, de modo bastante severo:

- "No sentido de não manchar a nossa excelente reputação, por estarmos cometendo atos ilegais e imorais, solicito que cometam o roubo somente quando ninguém estiver olhando. Eu não quero que ninguém seja pego".

Quando o mestre se afastou, os estudantes discutiram o plano entre eles.

- "É errado roubar", disse um deles,"

Por que nosso mestre nos solicitou para cometermos este ato ?".
Outro respondeu em seguida:

- "Isto permitirá que possamos reformar o nosso templo, na qual é uma boa causa".

Assim, todos concordaram que o mestre era sábio e justo e deveria ter uma razão para fazer tal tipo de requisição. Logo, partiram em direção a cidade, prometendo coletivamente que eles não seriam pegos, para não causarem a desgraça para o templo. - "Sejam cuidadosos e não deixe que ninguém os veja roubando", incentivavam uns aos outros.

Todos os estudantes, com exceção de um, foram para a cidade.O sábio mestre se aproximou dele e perguntou-lhe:
- "Por que você ficou para trás?".
O garoto respondeu:

-"Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja me vendo. Não importa aonde eu vá, eu sempre estarei olhando para mim mesmo. Meus próprios olhos irão me ver roubando".

O sábio mestre abraçou o garoto com um sorriso de alegria e disse:

- "Eu somente estava testando a integridade dos meus estudantes e você foi o único que passou no teste!"

Após muitos anos, o garoto se tornou um grande mestre.


...Apesar de mais dificel q seja, vc nunca deve fugir de seus principios.Não importa quem esteja pedindo.

"Dinheiro perdido, nada perdido; Saúde perdida, muito perdido; Caráter perdido, tudo perdido."


Os samurais tinham um codigo de honra o Bushido,eram os guerreiros mais disciplinados e obedientes q existia, mas nunca faziam nada que não estava dentro do que achavam errado.
Quando fasiam algo q o desonra-se ele prativa o "Seppuku" um ritual suisida por q não conseguim viver com a desonra ou derrota, mas isso e assunto para outra postagem.
espero q tenham gostado.....

Em Busca Da Sabedoria.

Quando nascemos,todos nos iniciamos uma longa caminhada em uma estrada.Uma estrada no qual não sabemos onde vai dar, a cada passo descobrimos algo novo, e nos surpreendemos com que encontramos no caminho.

Meu nome e Rafael.Tenho 16 anos e sou um grande da cultura japonesa.
Não fui influenciado por outras pessoas a gostar, apenas apareceu em minha vida a muito tempo.
Desde minha infância eu venho buscando aprender mais sobre esse povo, suas tradições e costumes.
Nessa busca pela sabedoria, descobri um novo e enorme mundo.Tão grande q não consigo viver sozinho nele. Por isso estou aqui para tentar compartilha-lo com quem quiser.
Não se pode falar sobre Japão e Japoneses sem falar de Artes Marciais, Anime, Samurais e Ninjas, Budismo, Tecnologia e o principal SABEDORIA.
Eu não sou um perito quando se trata desses assuntos mas sei os princípios de cada um então eu vou aprender mais do que explicar.




Minha Sabedoria.

"O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida."

Eu apesar da pouca idade, já vi coisas que me fizeram pensar muito e mudar meu conceito de vida.Como tudo na vida, passamos por mudanças, principalmente nossa cabeça, pelo menos a inha passou por muitas e vai continuar passando.Nunca aconteceu comigo algo que eu podesse falar, " ah eu sou um cara vivido, já vi coisas q vc nem imagina", e não vi mesmo, mas eu já pensei coisas q a maioria das pessoas nunca vão pensar.
Todos temos nossa sabedoria, o nome diz SABER se vc sabe algo, vc e sábio.Mas existem pessoas que sabem muito.Não e a idade q vai julgar isso, os velhos sabem muito mesmo quando se perde um velho se perde uma biblioteca, mas os novos tbm podem e devem ser sábios, o mundo em suas mãos, se for sábio vc não terá limites.
Conheço jovens que poderiam ter um grande futuro, mas o jogaram fora, para viver uma mentira, que e o mundo de hoje.Dinheiro, mulheres, popularidade e ser descolado na sua roda de amigos.
Não sabem e talvez nunca vão saber oq é Honra. Justiça. Perfeição. Lealdade, palavras que eram muito comuns para os Samurais e se tornou parte de minha vida também.

Então espero q consiga mudar ou ao menos ajudar a passar um pouco da sabedoria dos na minha opinião, maiores sábios do mundo os orientais

"Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la."
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